na prática escola de verão
Maria Jerez
Maria Jerez

(1978). O seu trabalho transita “entre” a coreografia, o cinema e as artes plásticas. Desde 2004, realiza peças que exploram a relação com o espectador enquanto espaço em que os modos de representação são postos em crise. De “O Caso do Espectador” às suas peças mais recentes, esta relação tem-se alterado, de um lugar de “compreensão” das convenções teatrais e cinematográficas, ou seja, da perícia, para a perda intencional de referências onde o artista, a peça e o espectador se comportam uns com os outros como estranhos. María combina a produção de seu trabalho artístico com projetos educacionais, curatoriais e editoriais.

Quim Pujol
Quim Pujol

(1978) trabalha entre a poesia e as artes vivas. As suas últimas peças são “The Message From Other Worlds” (2021) e “Variedade de variedades” (2022). Participou em exposições como “Interval. Sound Actions”, na Fundació Antoni Tàpies ou “Visceral Blue”, em La Capella. Editou, com Ixiar Rozas, o volume relacionado com a teoria do afeto “Ejercicios de ocupación” (Ediciones Polígrafa, 2015). Foi também curador do programa de artes experimentais Mercat de les Flors (2011-2015) e das Picnic Sessions do CA2M (2023).

Volmir Cordeiro
Volmir Cordeiro

Volmir Cordeiro (Brasil, 1987) é doutor em dança pela Universidade Paris 8 (France) com a tese Où le marginal danse: retours sur six pièces chorégraphiques (bolsista Capes). Em 2011 muda para a França para realizar estudos coreográficos no Mestrado Essais – Centre National de Danse Contemporaine d’Angers (direção Emmanuelle Huynh). Artista-pesquisador, trabalhou como intérprete com os coreógrafos Alejandro Ahmed, Lia Rodrigues, Cristina Moura, Xavier Le Roy, Laurent Pichaud & Rémy Héritier, Emmanuelle Huynh, Jocelyn Cottencin, Vera Mantero, Nadia Laura & Zeena Parkins e Latifa Lâabissi. A partir de 2012 começa a realizar seus próprios projetos como coreógrafo, apresentando suas peças em diversos festivais internacionais. Volmir Cordeiro foi artista associado durante o ano de 2015 na Ménagerie de Verre, em Paris, e a partir de 2017 é artista associado ao Centre National de la Danse (CND) à Pantin. No ano de 2018 foi artista-pesquisador associado aos Ateliers Médicis, em Clichy-sous-bois (França). Ensina regularmente em escolas de formação coreográfica como no Mestrado Exerce – Montpellier, França e Mestrado Drama – Gent, Bélgica.

Alessandro Sciarroni
Alessandro Sciarroni

Alessandro Sciarroni é um criador italiano activo nas artes performativas, artes visuais e pesquisa teatral. Tem apresentado os seus trabalhos em festivais de dança e teatro, museus, galerias e espaços não convencionais, em instituições e eventos de relevo em todo o mundo, de entre os quais se destacam Biennale de la Danse de Lyon, Kunstenfestivaldesarts (Bruxelas), Impulstanz (Viena), Festival d’Automne, Centquatre e Centre Pompidou (Paris), Festival TBA (Portland), Biennale di Venezia, The Walker Art Center (Minneapolis) ou Museo MAXXI (Roma).
O seu trabalho ultrapassa as definições de género — usa a estrutura teatral, mas pode recorrer a técnicas e experiências da dança, do circo ou do desporto, envolvendo regularmente profissionais de diferentes disciplinas. Além do rigor, coerência e clareza, procura descobrir obsessões, medos e fragilidades do acto de interpretar, através da repetição de uma prática até aos limites da resistência física dos intérpretes, considerando uma dimensão diferenciada de tempo e uma relação empática entre o público e os artistas.

Vânia Rovisco
Vânia Rovisco

Vânia Rovisco, define-se desde 2008 como artista visual performativa, inserindo o corpo na galeria de arte, onde expande o seu trabalho para outros médiuns – instalações ao vivo, luz, vídeo. Entre 2001 e 2007 foi intérprete da coreógrafa Meg Stuart/Damaged Goods. Dá workshops, faz direção de movimento e continua a trabalhar como intérprete. Entre 2012 e 2015 colaborou em termos curatoriais com o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva. Em 2013 estreou o solo The Archaic, Looking Out, The Night Knight e em 2014 encenou Silos de carros e estradas giratóriaspara 10 homens. É co-fundadora de plataforma artística Aktuelle Arquitektur der Kultur –AADK, e o seu mais recente projecto Reacting to Time – portugueses na performance lida com o arquivo e transmissão de obras a partir de finais dos anos 60. Foi convidada para fazer a curadoria e direção do curso do Fórum Dança – PACAP 3 – Programa Avançado de Criação em Artes Performativas. Atualmente dedica-se a instigar um novo projecto do AADK Portugal com espaço próprio para os mais variados eventos e dinâmicas artísticas e não só.

Próxima edição de 2 a 6 de julho, com Lígia Soares. Próxima edição de 2 a 6 de julho, com Lígia Soares. Próxima edição de 2 a 6 de julho, com Lígia Soares. Próxima edição de 2 a 6 de julho, com Lígia Soares.