na prática escola de verão
auéééu
auéééu

Os auéééu, companhia fundada em 2014 por 9 actores, nascem da vontade de pensar a criação em coletivo, numa relação de poder horizontal na qual se valoriza a diversidade e o caos nos seus processos de construção artística. Aliando um pensamento político, os seus espectáculos optam pela criação de uma dramaturgia e escrita para cena de autoria própria.

Com uma linguagem estética multidisciplinar, cuja experimentação se baseia numa pesquisa literária, filosófica, cinematográfica e performativa, a companhia procura desenhar territórios de encontro através do que se pode chamar “corpo sensível“ – um corpo que sente e pensa enquanto escreve. Consciente desse jogo cénico, utiliza o real dentro da ficção e a ficção dentro do real.

Os auéééu têm apresentado as suas criações em diversas salas do país, destacando-se F TNDMII e SãoLuizTM, O Desprezo CCB, A Nossa Cidade, de Thornton Wilder, criação colectiva auéééu, Os Possessos e Teatro da Cidade -TBA e T.Viriato, Falta tinta vermelha CCB, Tradição TNDMII

Os auéééu são: Beatriz Brás, Filipe Velez, Frederico Barata, Joana Manaças, João Luís Silva, João Santos, Miguel Cunha e Sérgio Coragem.

 

Vera Borges
Vera Borges

Investigadora integrada no CIES-Iscte e professora convidada para lecionar Políticas públicas para a cultura e Gestão de projetos artísticos, no Mestrado em Estudos de Teatro, da FL-UL. É doutorada em Sociologia da Cultura pela EHESS, Paris, e UNL (2005). Participou em múltiplos projetos de pesquisa, como coordenadora do estudo “Monitorização das estruturas culturais apoiadas pelo Estado” (DGArtes, 2015), como investigadora-observadora no projeto ARGOS (Creative European Programme, 2019-2020), como investigadora no primeiro Inquérito Nacional às Práticas Culturais dos portugueses (projeto FCG e ICS, 2020-2022), no ARTHE (projeto do CET-UL, financiado pela FCT, 2021-2024). Atualmente, coordena o estudo “Avaliação de impacto dos Programas de Bolsas e Apoios às Artes, da FCG”. É autora de inúmeros livros e artigos, nacionais e internacionais, em revistas, como International Journal of Cultural Policy, em tópicos sobre o trabalho artístico, organizações, mercados e políticas para a cultura.

Volmir Cordeiro
Volmir Cordeiro

Volmir Cordeiro (Brasil, 1987) é doutor em dança pela Universidade Paris 8 (France) com a tese Où le marginal danse: retours sur six pièces chorégraphiques (bolsista Capes). Em 2011 muda para a França para realizar estudos coreográficos no Mestrado Essais – Centre National de Danse Contemporaine d’Angers (direção Emmanuelle Huynh). Artista-pesquisador, trabalhou como intérprete com os coreógrafos Alejandro Ahmed, Lia Rodrigues, Cristina Moura, Xavier Le Roy, Laurent Pichaud & Rémy Héritier, Emmanuelle Huynh, Jocelyn Cottencin, Vera Mantero, Nadia Laura & Zeena Parkins e Latifa Lâabissi. A partir de 2012 começa a realizar seus próprios projetos como coreógrafo, apresentando suas peças em diversos festivais internacionais. Volmir Cordeiro foi artista associado durante o ano de 2015 na Ménagerie de Verre, em Paris, e a partir de 2017 é artista associado ao Centre National de la Danse (CND) à Pantin. No ano de 2018 foi artista-pesquisador associado aos Ateliers Médicis, em Clichy-sous-bois (França). Ensina regularmente em escolas de formação coreográfica como no Mestrado Exerce – Montpellier, França e Mestrado Drama – Gent, Bélgica.

Alessandro Sciarroni
Alessandro Sciarroni

Alessandro Sciarroni é um criador italiano activo nas artes performativas, artes visuais e pesquisa teatral. Tem apresentado os seus trabalhos em festivais de dança e teatro, museus, galerias e espaços não convencionais, em instituições e eventos de relevo em todo o mundo, de entre os quais se destacam Biennale de la Danse de Lyon, Kunstenfestivaldesarts (Bruxelas), Impulstanz (Viena), Festival d’Automne, Centquatre e Centre Pompidou (Paris), Festival TBA (Portland), Biennale di Venezia, The Walker Art Center (Minneapolis) ou Museo MAXXI (Roma).
O seu trabalho ultrapassa as definições de género — usa a estrutura teatral, mas pode recorrer a técnicas e experiências da dança, do circo ou do desporto, envolvendo regularmente profissionais de diferentes disciplinas. Além do rigor, coerência e clareza, procura descobrir obsessões, medos e fragilidades do acto de interpretar, através da repetição de uma prática até aos limites da resistência física dos intérpretes, considerando uma dimensão diferenciada de tempo e uma relação empática entre o público e os artistas.

Vânia Rovisco
Vânia Rovisco

Vânia Rovisco, define-se desde 2008 como artista visual performativa, inserindo o corpo na galeria de arte, onde expande o seu trabalho para outros médiuns – instalações ao vivo, luz, vídeo. Entre 2001 e 2007 foi intérprete da coreógrafa Meg Stuart/Damaged Goods. Dá workshops, faz direção de movimento e continua a trabalhar como intérprete. Entre 2012 e 2015 colaborou em termos curatoriais com o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva. Em 2013 estreou o solo The Archaic, Looking Out, The Night Knight e em 2014 encenou Silos de carros e estradas giratóriaspara 10 homens. É co-fundadora de plataforma artística Aktuelle Arquitektur der Kultur –AADK, e o seu mais recente projecto Reacting to Time – portugueses na performance lida com o arquivo e transmissão de obras a partir de finais dos anos 60. Foi convidada para fazer a curadoria e direção do curso do Fórum Dança – PACAP 3 – Programa Avançado de Criação em Artes Performativas. Atualmente dedica-se a instigar um novo projecto do AADK Portugal com espaço próprio para os mais variados eventos e dinâmicas artísticas e não só.

5 – 9 de julho > Próxima edição da Escola de verão com o coletivo auéééu e Cristina Planas Leitão, Gustavo Vicente e Rui Pina Coelho. 5 – 9 de julho > Próxima edição da Escola de verão com o coletivo auéééu e Cristina Planas Leitão, Gustavo Vicente e Rui Pina Coelho. 5 – 9 de julho > Próxima edição da Escola de verão com o coletivo auéééu e Cristina Planas Leitão, Gustavo Vicente e Rui Pina Coelho.